17 agosto 2015

Reflexões #5 - Empurre a sua vaquinha

Há algum tempo atrás "alguém" puxou o meu tapete e eu cai mesmo. Foi um tombo em tanto! Vários meses após eu ainda não consegui ficar de pé, mas já estou de joelhos (e não é esta a melhor posição para rezar?). Devagar, devagarinho hei-de voltar a andar. Como nunca fui pessoa de ficar a chorar sem fazer nada, apenas me lamentando, empurrei a minha vaquinha e fui à luta.

«Um sábio passeava com o seu discípulo e avistou uma casinha pobre, caindo aos pedaços. Nela moravam um casal e seus 3 filhos - todos mal vestidos, sujos, magros e aparentando subnutrição. 
O sábio perguntou ao chefe da família como sobreviviam, pois ele não via nenhum meio de sustento ao redor da casa. O pai respondeu: nós temos uma vaquinha que nos dá alguns litros de leite por dia. Uma parte nós tomamos, outra trocamos na cidade vizinha por alimentos, roupas e assim vamos sobrevivendo...
O sábio seguiu caminho, mas logo em seguida avistou uma vaquinha e ordenou ao seu discípulo: "puxe aquela vaquinha até ao precipício e empurre-a lá para baixo!" Mesmo sem compreender, a ordem do mestre o discípulo cumpriu a ordem, mas ficou pensando na maldade do sábio, em mandar matar a única fonte de subsistência daquela pobre família. Aquilo não saiu da sua cabeça e perguntou ao mestre porque o havia feito, porém este limitou-se a sorrir e não lhe respondeu.
Alguns anos mais tarde, passando pela mesma região o discípulo lembrou-se daquela família e do episódio da vaquinha. Resolveu passar por lá para ver o que tinha acontecido aquela família. 
Qual não foi o seu espanto ao perceber que sem a sua única fonte de rendimento aquela família foi obrigada a procurar alternativa. No lugar da pobre casinha havia uma bela casa. Um pomar ao redor. Várias cabeças de gado, um trator novo. Na porta da casa avistou o pai - agora bem vestido, limpo, saudável. Logo apareceram a mulher e o 3 filhos e igual forma. O discípulo aproximou-se do pai e perguntou a razão de tanta mudança nesses últimos anos. O pai contou-lhe que a vaquinha tinha caído no precipício. Sem a vaquinha a família teve que procurar outras formas de viver e fazer coisas que nunca tinha feito, começamos a plantar, a criar animais, a usar a nossa cabeça para sobreviver e percebemos que éramos capazes de fazer coisas que nunca tínhamos imaginado, e conseguir coisas que achávamos impossíveis porque nunca tínhamos tentado fazer.»

Sem a vaquinha foram à luta porque só havia essa alternativa - lutar para vencer!

Então, está à espera de quê?

 EMPURRE A SUA VAQUINHA!

14 agosto 2015

Receitas da mãe #2 - Pão Artesanal

Como o prometido é devido aqui fica a receitinha de pão caseiro. Agora que a maioria das famílias está em modo férias ponham a mão na massa e façam uma aula de culinária com as crianças e mais tarde um lanche saboroso.
Durante muito tempo eu tive uma máquina de fazer pão. Deixava-a programada antes de ir dormir e pela manhã era um mimo acordar com o cheirinho do pão acabado de cozer. Era mas já não é porque a dita avariou-se e o concerto é mais caro que uma nova. De vez em quando ainda meto a mão na massa e faço um pãozinho caseiro. Outro dia pesquisando na nossa amiga "net" encontrei uma receita de  pão extremamente fácil de fazer. Para quem quiser aventurar-se aqui fica a receita.

Artisan Bread ou Pão Artesanal 

(preparação em 5 minutos) 

A receita padrão do Artisan Bread, do livro "Artisan Bread in Five Minutes a Day", de Jeff Hertzberg and Zoe Francois.

Existem inúmeras variações desta receita, mas a minha incursão na receita padrão é ainda muito recente, pelo que ainda não tive nem necessidade, nem curiosidade de me atirar em novas aventuras no universo da panificação "made in home".
O que me fascinou nesta receita é o facto de ser tão simples e rápida de preparar e dar tão pouco trabalho a fazer. O tempo gasto da nossa parte é mesmo 5 minutos. O resto fica entregue à fermentação e à cozedura. 
E o mais incrível  é que para fazer este pão artesanal não precisamos nem de máquina do pão, nem de qualquer robô de cozinha, nem de amassar à mão. Só precisamos de uma colher de pau para misturar os ingredientes. Não é fantástico?  Na altura do seu boom blogosférico, em que muitos blogs de culinária partilharam esta receita ou variações do artisan bread, não dei muita atenção ao conceito. Até porque na altura tinha a minha querida máquina.
O conceito é simples: comer um bom pão, sem aditivos, todos os dias, com o mínimo trabalho possível. Daí a massa poder ser refrigerada (esta parte ainda não experimentei).  Tenho feito o pão só ao fim de semana.
Eu gosto mais do pão escuro, integral ou de centeio. Mas esta receita pode fazer-se com qualquer farinha. Se usarem farinhas pré-preparadas não coloquem sal porque estas já têm.
A receita que deixo é para um pão médio para fazer na hora, sem refrigerar, se quiserem fazer mais pães ou refrigerar a massa é só duplicar a receita.

Ingredientes:
  • 350 ml de água morna
  • 500 gr. de farinha (eu usei 300g farinha integral e 200g de farinha trigo T65)
  • 1 colheres de sopa de levedura granulada de padeiro 
  • 1 colher de sobremesa (ou um pouco menos) de sal

Preparação:
  1. Verter a água morna para uma taça grande e adicionar o fermento e o sal. Misturar.
  2. Acrescentar a farinha.
  3. Com uma colher de pau misturar todos os ingredientes até estarem bem incorporados.
  4. Tapar a taça com um pano de cozinha.
  5. Deixar levedar à temperatura ambiente durante 2 horas (opto por guardar o recipiente durante este tempo dentro do forno desligado para assegurar que não existem correntes de ar durante o processo de fermentação que possam comprometer o crescimento da massa).
  6. Verter a massa para dentro de um tabuleiro de forno, forrado com papel vegetal e polvilhado de farinha. Moldar ligeiramente a nossa massa para lhe dar forma (nesta altura a massa é bastante mole). Polvilhar a superfície da massa e fazer alguns cortes decorativos com a faca. Voltar a tapar com um pano, e deixar levedar cerca de 30m.
  7.  Levar a cozer em forno pré-aquecido a 230ºC durante 25 a 30 minutos. Atenção o ambiente de cozedura deve ser húmido pelo que se aconselha a colocar uma taça com água na prateleira debaixo ou encher o tabuleiro inferior do forno com água.
  8. No fim do tempo bata com o nó dos dedos no cimo do pão e confirme que o som é seco. O pão está feito. Retire e deixe arrefecer sobre uma grelha.


Vai uma fatia?

13 agosto 2015

Reflexões #4 - As marcas de Deus


A lição do Jacaré

Conhecem a história do menino e do jacaré? Eu gosto muito desta pequena história porque nos dá uma grande lição de vida.

«Um dia, um menino que vivia perto de um lago no meio de uma floresta, decidiu ir nada no lago. Na pressa de mergulhar na água fresca, ele foi a correr, descalçando os sapatos pelo caminho e despindo a roupa. Porém ao cair na água ele não reparou que um jacaré estava na outra margem e vinha na sua direção. 
Sua mãe, em casa, olhava pela janela e avistou o jacaré indo na direção do menino. Apavorada, correu para o lago, gritando para o filho o mais alto que conseguia:
- Filho! Filho! Cuidado... Saia da água... rápido!
Ao ouvir os gritos da mãe o menino assustou-se e nadou na sua direção. No entanto já era tarde. Assim que o menino chegou junto da mãe o jacaré também o alcançou.
A mãe desesperada agarrou o filho pelo braços enquanto o jacaré o abocanhou pelos pés. 
O animal era muito forte, muito mais forte que a mulher, mas o amor dela pelo filho dava-lhe forças para lutar pois ela sabia que bastava afrouxar um pouco a sua força e perdia o seu menino para sempre. 
O desespero dos dois parecia não ter fim, até que o pai que andava na fazenda ali perto ao ouvir os gritos da mulher e do filho veio a correr, pegou na caçadeira e matou o jacaré. 
Após várias semanas no hospital, como por milagre, o pequenito sobreviveu aos ferimentos e estava a  recuperar bem. 
Um repórter do jornal local foi ao hospital conversar com o menino a a fim de registar aquele episódio, e perguntou-lhe se podia ver os ferimentos.
O menino mostrou-lhe os pés. O repórter ficou chocado com o que viu. Então o menino perguntou-lhe: 
- Quer ver também os meus braços? - e mostrou-lhe os braços cheios de marcas profundas.
- O jacaré também mordeu seus braços? - perguntou o repórter.
-  Não, disse o menino orgulhoso. Estas são as marcas da minha mãe que não deixou o jacaré me levar.»

LIÇÃO DE VIDA:
Para sobreviver aquele menino ficou com dois tipos de marcas no seu corpo, umas de dor causadas pelo jacaré e outras de amor feitas por sua mãe para não o perder.
Se você está passando por momentos difíceis, talvez o que lhe esteja causando dor seja Deus, cravando-lhe as unhas em seus braços para não o deixar ir. Mesmo no meio de muitas lutas, Ele nunca nos abandona. E com certeza, vai fazer o que for necessário para não nos perder, ainda que para isso, seja preciso deixar algumas cicatrizes.
Ao longo da nossa vida nós também deixamos marcas nos outros. Poderão ser de dor ou de amor. Qual você escolhe?

Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.
(Colossenses, 3:17)


12 agosto 2015

Receitas da mãe #1 - Iogurte Grego caseiro

Este não é de todo um blog de culinária, mas numa casa de família a cozinha é uma parte importante da casa. Cá em casa eu tento usar o lema "menos é mais", mesmo na alimentação e não é só por uma questão financeira é também por ser mais saudável. É verdade que também fomos (e de que maneira!) afectados pela crise, e isso serviu para rever muitas coisas (a crise também tem o seu lado positivo). Habitualmente eu trago o meu lanche para o trabalho, e nesta época do ano é normal ser composto de iogurte. Como os meus potes de iogurte são bem diferentes dos encontrados nos supermercados muitas vezes perguntam-me onde os compro. Eu digo: não compro são de fabrico caseiro, e lá passo a receita.
Pois para quem estiver interessado deixo aqui a receita dos iogurtes naturais e grego. Ao contrário do que possam pensar são muito fáceis de fazer, não é necessário iogurteira, são baratos, bem mais saudáveis e feitos ao gosto de cada um.

Eu só utilizo leite e fermento (os lactobacilos do iogurte). 

Nota: há quem utilize 1 a 2 colheres de sopa de leite em pó para os iogurtes ficarem mais sólidos, eu não faço.
Para mim o mais importante no processo de fabrico dos iogurtes é o leite utilizado. É claro que podem usar o da vossa preferência, mas diz-me a minha experiência que o leite não é todo igual. Eu gosto de usar leite meio gordo fresco (daquele que está no balcão dos iogurtes - normalmente uso "Vigor"), já experimentei com leite UHT de marca branca e embora também funcione a verdade é que o iogurte não solidifica da mesma forma.

RECEITA do IOGURTE GREGO CASEIRO
Imagem da net - ainda não consegui fotografar os meus

Ingredientes: Para cada litro de leite meio gordo, 2 colheres de chá de iogurte (eu uso natural ou guardo um bocado do preparação anterior). 
Nota: É desnecessário colocar mais do que 2 colheres de chá de lactobacilos por cada litro de leite porque estas bactérias precisam de espaço para se multiplicarem no processo de fermentação.

Preparação: 
  1. Levar o leite ao lume e assim que começar a formar bolhas de lado desligue. Verta o leite para dentro de um recipiente de vidro ou cerâmica (evite o plástico e o metal) e deixe arrefecer um pouco.                                                                                                                            Nota: Para preparar o iogurte é importante que o leite esteja bem quente, quase a ferver e depois é necessário deixar arrefecer a uma temperatura de mais ou menos 45º C. Porquê aquecer se depois é para arrefecer? Primeiro é necessário matar outras bactérias que podem interferir no processo de fermentação. Depois é necessário encontrar a temperatura ideal do leite para que as bactérias que nos interessam se reproduzam, fazendo a transformação química do leite em iogurte.
  2. Retire a nata que se vai formando na superfície do leite e caso não tenha um termómetro de cozinha, faça como eu e vá introduzindo o dedo no leite. Quando conseguir aguentar até 10 segundos o calor, então o leite está à temperatura ideal para se colocar os lactobacilos. 
  3. Coloque as duas colheres de iogurte de compra ou caseiro dentro do leite e emulsione com uma vara de arames. 
  4. Tape o recipiente com uma tampa ou com um simples prato. 
  5. Pré-aqueça o forno a 180º C durante 1 minuto e desligue. 
  6.  Embrulhe o recipiente numa pequena manta bem quentinha e coloque dentro do forno.      Nota: Com estas condições conseguimos criar uma incubadora, que mais não faz do que manter a temperatura do leite, permitindo que as bactérias se propaguem e façam a fermentação. 
  7. Deixe incubar entre 7 a 10 horas. Eu costumo fazer à noite e deixar fermentar até ao dia seguinte. Não abra o forno durante o processo de fermentação porque é importante manter a temperatura estável durante este processo. 
  8. No fim do tempo de fermentação temos o nosso iogurte feito. Se quiser iogurte natural é só colocar no frigorífico e consumir. 

Se quiser iogurte grego passe à fase seguinte.

Coalhada: A fase da coalhada consiste em transformar um iogurte normal num iogurte grego. E deve ser feita da seguinte forma: 

  1. Sobre um novo recipiente (eu uso sempre de vidro) coloque uma peneira ou coador e dentro do coador um pano de cozinha limpo. Verta todo o iogurte para o centro do pano. 
  2. Tape o iogurte e leve ao frigorífico entre 1 a  2 horas (quanto mais tempo filtrar mais espesso fica). O iogurte irá começar a largar o soro. Quanto mais tempo coalhar mais consistente o nosso iogurte irá ficar.
  3. Retire o iogurte coalhado do frigorífico verta para uma taça e mexa com uma colher (se estiver muito espesso pode voltar a juntar um pouco do soro coado). 
  • Opcional: Nesta fase eu gosto de juntar uma colher de essência de baunilha e um pouquito de açúcar amarelo misturo bem e já está. 
O iogurte grego está pronto!

Nota: depois de coalhado ficamos com cerca de metade do iogurte inicial.

Guarde num ou em vários pequenos potes de vidro. Depois de pronto, podemos consumi-lo simples ou utilizar o nosso iogurte grego caseiro em molhos, sobremesas, adicionar açúcar, mel, fruta, cereais, sementes, compotas, o que quisermos e como mais gostarmos. Utilize por dia, as quantidades que quiser e como quiser, até gastar (não se esqueça de reservar um pouco do seu iogurte para os próximos). 
No frigorífico o iogurte mantém-se em perfeitas condições durante 10 dias.

Informação adicional: Quanto ao soro de leite, não deite fora porque este líquido está cheio de proteínas, vitaminas, minerais (muito cálcio) e enzimas. Para quem desconhece, o soro de leite é muito usado como suplemento alimentar de desportistas. Em casa pode substituir a água que utiliza para a confeção de alguns alimentos por soro de leite. Eu utilizo na confeção do pão. Pode usar em batidos, sumos, sopas, etc... E até pode utilizar para regar as plantas. Elas agradecem:) 

Procure na "Net" mais ideias para utilizar o soro de leite. 
 Dito assim dá a ideia que é trabalhosa a confeção de iogurte grego caseiro. Mas é bastante fácil. A preparação não leva mais do que 10 minutos no total. E podem ter a certeza que têm um iogurte grego de qualidade, compacto, de textura cremosa e muito mais saudável do que os de compra.
Agora que as crianças então em férias experimente fazê-lo com elas. Ela vão com certeza gostar de ver a transformação do leite em iogurte e depois comerem algo feito por elas.

A receitinha do Pão Caseiro fica para um próximo post.

11 agosto 2015

Reflexões #3 - Viver em família é como viajar de carro

Viver em família é como viajar de carro.

Família = carro em que viajamos
Condutor = Pai
Acompanhante = Mãe
Passageiros = Filhos


Lugar do pai no carro é o lugar do condutor,  não é empregado, nem motorista, ele é o condutor e a sua missão é fazer com que a família, no carro que Deus lhe deu, chegue ao seu destino bem e em segurança, mas tão importante como o local de destino é chegar bem e que a viagem seja agradável.

Pai não se sente para dirigir o carro se o senhor não tem "carta de condução"!

Existem muitos homens com mulher e filhos que não são um pai de família, não têm "carta de condução". A mulher não vê nele um apoio para a família e os filhos não vêm nele um condutor. 
Só aprende a ser pai e mãe quem tem filhos. Pai que é pai sabe que amando os filhos ele satisfaz o coração da mãe.
Ser pai é uma bênção (não é um fardo, uma cruz) essa é a sua "carta de condução", é isso que Deus quer de um pai que seja um condutor capacitado para a sua família.

Para conduzir não basta apenas ter carta de condução antes de poder tirar a carta temos que conhecer a legislação, há que saber/conhecer o código da estrada e saber qual o caminho a seguir para chegar ao destino. O seu caminho, na estrada da vida é Jesus e a legislação é a palavra de Deus.

Jesus - "Eu sou o caminho, a verdade e a vida"!

Na estrada existem sinais que nos ajudam a chegar ao nosso destino, na estrada da vida nós temos os santos. Feliz do pai que tem um santo de imitação (é mesmo imitação não é devoção!) .
Um bom condutor tem ainda que saber discernir o semáforo que umas vezes está vermelho, outras amarelo, ou verde e interpretar a cor dele. Se não presta atenção e avança com o sinal vermelho pode provocar um acidente. Um bom condutor sabe quando o sinal vai mudar e sabe que mesmo vindo o vermelho ainda tem 2 segundos para passar.
Na estrada da sua vida o semáforo está nos olhos da sua esposa e dos seus filhos. Preste muita atenção nesses sinais. 
Infelizmente existem muitas  famílias que vivem no amarelo (sinal de transição para o vermelho). Cuidado quando os semáforos ficam piscando amarelo: se eu avanço porque acho que o outro pára, o outro não pára porque pensa que eu vou parar, o acidente é inevitável.Quantos filhos ficam enviando sinal amarelo o tempo todo e o pai  nem repara?

 Cada um de nós tem um papel a cumprir dentro do carro!  Por vezes os papéis invertem-se mas isso é a excepção, não a regra!
Viajar é bom mas viajar com quem se ama é muito melhor!
Felicidade não é o destino mas a viagem.

Pai, a sua família gosta de viajar consigo?
Mãe, a senhora é uma acompanhante que ajuda na viagem ou fica só dando palpites o tempo todo?
Filho seja humilde e deixe os seus pais conduzirem.

07 agosto 2015

As cinco lições do lápis


Vou compartilhar esta breve e conhecida história porque nunca é demais reflectirmos sobre os seus ensinamentos.

Cinco lições para a vida


O lápis tem algumas qualidades importantes, que podem servir de grandes lições. Há cinco qualidades nele. Cinco lições para a vida. Se aprendermos com elas, seremos sempre uma pessoa em paz com o mundo.


PRIMEIRA LIÇÃOO lápis não escreve sozinho, ele precisa de uma mão que o guie. Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. É a Mão de Deus, Ele deve sempre conduzi-lo em direcção à Sua vontade.   Acredite nele, confie nele, dependa sempre dele.


SEGUNDA LIÇÃO: de vez em quando, eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar a afia. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas após isso, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar as dificuldades, porque elas  farão de si uma pessoa melhor.

TERCEIRA LIÇÃO: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir nossos erros é fundamental para nos mantermos no caminho da justiça.

QUARTA LIÇÃOo que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, cuide sempre daquilo que acontece dentro de você.

QUINTA LIÇÃO: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços. Procure ser consciente de cada acção. Você precisa se orgulhar de cada página que escreveu na história da vida.

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